Qual o valor do cachê de Thiaguinho? Veja preços, fatores e detalhes

Qual o valor do cachê de Thiaguinho? Veja preços, fatores e detalhes

Quer saber quanto custa contratar o Thiaguinho em 2025? O valor costuma ficar entre R$ 200.000 e R$ 500.000 para shows padrão, mas isso pode variar bastante conforme a duração, o local e o que o evento pede.

Pra um show típico, espere algo na faixa de R$ 200 mil a R$ 350 mil. Apresentações mais longas, eventos exclusivos ou estruturas especiais podem fazer esse valor subir.

Cantor brasileiro em um palco durante uma apresentação, segurando um microfone e sorrindo para a plateia.

Esses números não surgem do nada. Fatores como logística, tempo de apresentação, produção e demanda têm peso no preço final.

Saber disso ajuda a planejar o orçamento e negociar sem cair em pegadinhas, entendendo o que está (ou não está) incluso além do cachê bruto.

Qual o valor do cachê de Thiaguinho em 2025?

Em 2025, o cachê do Thiaguinho vai variar conforme o tipo de evento, a duração do show e o tamanho da produção. Shows padrão geralmente ficam na casa das centenas de milhares de reais.

Projetos especiais tipo o Tardezinha costumam puxar o valor pra cima. Não dá pra negar que cada detalhe pesa.

Faixa de valores e médias por tipo de evento

Para shows solo, o cachê do Thiaguinho normalmente gira entre R$ 200.000 e R$ 500.000, dependendo da data e da demanda.

Eventos corporativos ou festas privadas com exclusividade tendem a chegar perto do teto dessa faixa, já que a negociação é mais direta e a exclusividade tem seu preço.

Se o evento for menor ou o show for curtinho, dá pra negociar valores mais baixos, às vezes entre R$ 80.000 e R$ 150.000. Isso acontece mais em cidades pequenas ou fora do circuito principal.

Agora, se o projeto for grande, tipo Tardezinha, o cachê sobe junto com a produção. O custo total do evento vai além do valor artístico.

Comparação com outros artistas populares

Thiaguinho está entre os artistas de pagode com cachês altos, mas não é o topo absoluto do Brasil. Tem nomes em festivais nacionais que cobram igual ou até mais, dependendo do histórico de público e das turnês recentes.

Se você está pensando em festival em São Paulo ou festa em Presidente Prudente, saiba que artistas do mesmo segmento têm valores parecidos. A diferença real acaba vindo da força do projeto (Tardezinha, por exemplo) e de como rola a negociação com patrocinadores ou transmissão.

Vale usar benchmarks de mercado pra comparar ofertas e não perder a mão no orçamento.

Variações de acordo com duração e estrutura do show

A duração do show mexe direto no valor. Shows mais longos geralmente aumentam o cachê e também os custos de logística.

Um show padrão de 60 a 90 minutos tem um valor base. Se quiser horas extras ou participação em ações promocionais, prepare-se pra pagar um adicional.

Além do cachê, os custos de produção — som, luz, palco, rider técnico, hospedagem e transporte da equipe — podem dobrar o valor final. Se o evento for longe do eixo Rio–São Paulo, cidades do interior por exemplo, os gastos de logística pesam ainda mais.

Fatores que influenciam no valor do show de Thiaguinho

Os custos vão variar de acordo com o tipo de evento, logística, exigências técnicas e tempo de apresentação. Cada detalhe pode dobrar (ou triplicar) o orçamento, principalmente quando entra deslocamento, rider técnico, palco e pedidos de exclusividade.

Tipo de evento e demanda de mercado

O tipo de evento mexe direto no cachê. Eventos corporativos costumam pagar mais por conta da exclusividade, horários diferentes e a imagem do artista atrelada à marca.

Já festas públicas ou shows municipais conseguem negociar valores menores.

Se o evento traz visibilidade, como patrocínios, transmissão em redes sociais ou cobertura de mídia, dá pra tentar um desconto em troca de exposição.

Demanda de mercado pesa também. Datas concorridas como feriados, carnaval e réveillon, além de turnês ativas, puxam o cachê pra cima.

Se Thiaguinho estiver em temporada fixa ou projeto especial (tipo Tardezinha), espere valores mais altos.

Localização e custos de logística

A cidade e o acesso ao local contam muito. Shows em capitais grandes costumam ter menos gastos com logística.

Já eventos em lugares remotos ou em ilhas exigem voos, caminhões fretados, diárias extras pra equipe… tudo isso entra na conta.

É importante orçar passagens, transporte de equipamentos, hospedagem de padrão exigido em contrato e alimentação. Muitas vezes, esses custos vêm separados do cachê.

Transporte de palco, backline e geradores também pesa. Se o local não tem estrutura, você vai precisar alugar tudo, o que pode complicar o orçamento.

Exigências técnicas e estrutura de palco

O rider técnico define o que precisa de som, luz, backline e camarins. Se o rider pedir palco coberto, painéis de LED, mixagem dedicada e equipe técnica especializada, prepare-se pra fornecedores mais caros e um orçamento maior.

Thiaguinho costuma pedir infraestrutura compatível com público grande: áreas seguras, camarins climatizados e pontos pra imprensa. Isso garante qualidade, mas também aumenta o custo operacional.

Direitos autorais (ECAD) e licenças de reprodução entram na conta conforme o repertório e o tempo do show. Não esqueça de incluir esses valores no orçamento e de pedir detalhamento no contrato pra não ter surpresa depois.

Duração e exclusividade da apresentação

Tempo de show impacta o preço de forma direta. Se o artista vai tocar por mais tempo, o cachê artístico e os dias de produção sobem junto.

Horas extras de passagem de som ou manutenção técnica acabam pesando no orçamento. Não tem muito como fugir disso.

Exclusividade territorial ou temporal — aquelas cláusulas que impedem outras apresentações próximas — quase sempre vêm cobradas à parte. Se você quiser exclusividade para a cidade ou em datas específicas, pode se preparar para um valor final bem mais alto.

Pacotes que misturam participação em ações de marca ou transmissões ao vivo mudam toda a estrutura do pagamento. Vale a pena negociar com clareza se a presença nas redes sociais do artista ou a menção de marca vai entrar no acordo, porque isso mexe tanto no cachê quanto nas possíveis compensações financeiras.

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