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Único setor que cresceu em 2020, agropecuária impediu queda maior do PIB do Brasil

Brasil gera 280.666 novos postos de trabalho com carteira assinada em maio

Editoria: Economia

Em plena retomada da economia, já foram criados mais de um milhão de empregos formais em 2021 O Brasil criou 280 mil novos empregos com carteira assinada no mês de maio. O dado é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério da Economia. Com mais um resultado positivo, o número de empregos...

Em plena retomada da economia, já foram criados mais de um milhão de empregos formais em 2021

O Brasil criou 280 mil novos empregos com carteira assinada no mês de maio. O dado é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério da Economia. Com mais um resultado positivo, o número de empregos formais gerados nos cinco primeiros meses do ano chega a 1,23 milhão.

A quantidade de vagas preenchidas no mês de maio resulta da diferença entre 1,54 milhão de contratações e 1,26 milhão de demissões. O crescimento é abrangente e tem se consolidado em diversos setores da economia e nas cinco regiões do país. Em maio de 2020, o país registrou a perda de 373 mil postos formais de trabalho em razão das restrições impostas pela Covid-19.

Os cinco grupos de atividades pesquisadas tiveram resultado positivo em relação ao número de postos ocupados no quinto mês do ano. No setor do comércio, 60 mil; na indústria geral, 44 mil; na agropecuária, 42 mil; na construção, 22 mil; e, no setor de serviços, foram gerados 110 mil postos de trabalho. Neste último, o segmento de alojamento e alimentação teve boa recuperação. No comércio, foi significativa a participação dos supermercados.

Regiões e Unidades da Federação

Todas as 27 Unidades da Federação tiveram saldo positivo de empregos. No Sudeste, foram criados 161 mil postos; no Nordeste, 37 mil; no Sul, 36 mil; no Centro-Oeste, 26 mil; e, no Norte, 17 mil.

Para a região Norte, maio foi o melhor mês do ano na geração de empregos, havendo destaque para o estado do Pará, onde foram criados 8 mil postos de trabalho. Em relação ao Nordeste, maio mostrou o segundo melhor desempenho do ano, com destaque para a Bahia (a qual teve 10 mil vagas ocupadas).

O setores que mais utilizam o BEm, o Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, o primeiro é o de serviço, seguido pelos segmentos de comércio e indústria. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro são os estados onde há mais acordos.

A notícia é boa notícia e mostra que o Brasil tem tudo para retomar o caminho do crescimento. O Brasil Certo segue com a missão de trabalhar para fortalecer o progresso e levar mais qualidade de vida para o povo brasileiro.

Alto endividamento dos brasileiros: Brasil Certo defende a redução do tamanho do Estado como solução possível

Editoria: Economia

Programa de renegociação de dívidas com descontos pode ajudar cidadãos e empresas com problemas financeiros. Leia o texto completo no site do Brasil Certo e obtenha todas as informações A pandemia da Covid-19 trouxe consequências drásticas para a economia mundial, prejudicando milhões de brasileiras e brasileiros. O Brasil Certo sabe das dificuldades enfrentadas por milhares...

Programa de renegociação de dívidas com descontos pode ajudar cidadãos e empresas com problemas financeiros. Leia o texto completo no site do Brasil Certo e obtenha todas as informações

A pandemia da Covid-19 trouxe consequências drásticas para a economia mundial, prejudicando milhões de brasileiras e brasileiros. O Brasil Certo sabe das dificuldades enfrentadas por milhares de mães e pais de família em razão das dívidas, que se acumularam. E um Estado inchado, com altos impostos e serviços ineficientes tornam essa situação ainda mais difícil para os nossos cidadãos.

Por isso, o Brasil Certo defende a redução do Estado brasileiro e da carga tributária e o aumento da liberdade econômica para que nossas empresas possam trabalhar sem amarras. 

Enquanto isso não acontece, porém, o governo federal lançou, neste mês, uma boa oportunidade para se quitarem as dívidas com a União de forma simplificada e com ótimos descontos. É o Programa de Retomada Fiscal, que foi reaberto pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), do Ministério da Economia. A iniciativa permite a negociação de todos os débitos que vierem a ser inscritos em dívida ativa da União até 31 de agosto de 2021. O período de adesão termina no dia  30 de setembro e pode ser feito pelo portal Regularize.

O programa permite o alongamento dos prazos de pagamento em até 145 meses e a concessão de descontos de até 70%. Poderão aderir pessoas físicas, pessoas jurídicas e micro e pequenas empresas, inclusive aquelas que possuem débitos relacionados ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) e Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). 

As dívidas inscritas como Dívidas Ativas no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) não são contemplados pelo programa. Nesse caso, o contribuinte interessado pode apresentar proposta de negociação, a qualquer momento, por meio de Negócio Jurídico Processual e/ou Transação Individual.

Confira todas as regras no link: Portaria PGFN nº 2.381/2021.

O objetivo da medida é permitir a retomada da atividade produtiva interrompida pelos efeitos econômicos da pandemia de Covid-19. Segundo o governo federal, em 2020, as modalidades de transação do programa contribuíram para a celebração de 268 mil acordos, que possibilitaram a regularização de 819 mil inscrições na Dívida Ativa da União.

“É um procedimento que visa atender tanto aos cidadãos quanto aos empresários e agricultores que passam por dificuldades em razão da crise causada pela pandemia, do inchaço Estatal e das altas cargas tributárias. São milhões de cidadãos de bem, pagadores de impostos, que se veem de mãos atadas e acabam incorrendo em dívidas. O Brasil Certo considera justa a medida e torce para que muitos brasileiros e brasileiras consigam regularizar suas pendências financeiras. Ao mesmo tempo, seguimos o trabalho rumo ao alcance de uma economia liberal e um Estado reduzido”, garante a senadora Soraya Thronicke (PSL/MS), presidente do PSL Mulher e líder do Brasil Certo.

Imposto Único Federal: a reforma tributária de que o Brasil necessita

Editoria: Economia

A pandemia do novo coronavírus trouxe à tona a urgência de se resolverem inúmeros problemas que o Brasil carrega há anos. A reforma tributária é um dos grandes gargalos a serem solucionados, pois se arrasta há pelo menos três décadas. A possível criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) causou um mal-estar entre diversos...

A pandemia do novo coronavírus trouxe à tona a urgência de se resolverem inúmeros problemas que o Brasil carrega há anos. A reforma tributária é um dos grandes gargalos a serem solucionados, pois se arrasta há pelo menos três décadas. A possível criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) causou um mal-estar entre diversos setores econômicos ao distribuir a incidência de impostos entre vários segmentos de produção. 

Esse novo imposto, contudo, em nada resolve a questão tributária; pelo contrário, ele mantém a estrutura burocrática dos impostos declaratórios e um elevado custo de conformidade, contribuindo, assim, para perpetuar a sonegação. Mesmo com tantos fatores pesando contra, tramita, no Congresso Nacional, a PEC nº 45/2019, que prevê a substituição do PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS por um Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), com alíquota estimada em 25%.

Graças à Emenda Substitutiva nº 2 à PEC nº 45, de autoria do presidente nacional do PSL, o deputado federal Luciano Bivar, há um sopro de esperança para que tenhamos um único imposto federal que torne o sistema tributário mais justo e eficiente. 

O projeto do Imposto Único Federal (IUF) substitui tributos como a contribuição previdenciária sobre a folha de salários das empresas, o Cofins, a CSLL, o IOF, o IPI e o Salário-Educação, entre outros, por um tributo que incidiria sobre pagamentos com alíquota estimada em 1,2% no débito e no crédito de todo lançamento nas contas correntes bancárias.

Para a líder do projeto Brasil Certo, a senadora Soraya Thronicke (PSL/MS), o IUF vem para simplificar a coleta de impostos no Brasil, já que a tendência é de queda acentuada nos custos de arrecadação, tanto para o poder público quanto para os agentes privados. 

A Senadora lembra, ainda, que, com a implantação do IUF, a sonegação, a evasão e a corrupção serão reduzidas, dando lugar a um sistema tributário moderno capaz de diminuir a incidência tributária sobre todos os setores e promover a geração e a formalização de empregos tão sonhadas por milhares de brasileiros. 

Burocracia é um dos maiores entraves para empresários brasileiros

Editoria: Economia

Brasil Certo defende medidas de incentivo e apoio às empresas brasileiras As micro e pequenas empresas (MPE) representam 99% dos negócios brasileiros, são responsáveis por 30% de toda a produção no país e empregam 55% dos trabalhadores formais do Brasil – de acordo com dados da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério...

Brasil Certo defende medidas de incentivo e apoio às empresas brasileiras

As micro e pequenas empresas (MPE) representam 99% dos negócios brasileiros, são responsáveis por 30% de toda a produção no país e empregam 55% dos trabalhadores formais do Brasil – de acordo com dados da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia. Por isso, o Brasil Certo defende medidas para tornar essas empresas ainda mais competitivas. 

Em 2020, ainda com os efeitos da pandemia, as MPE criaram quase o dobro de empregos se comparadas às empresas de médio porte, o que fortalece sua importância na retomada da nossa economia no período pós-pandemia. Médias e grandes empresas também contribuem para a geração de empregos e com a economia em geral. Elas também devem ser incentivadas e muito valorizadas.

Mas o que é essa tal burocracia que o Brasil Certo busca combater?

A palavra burocracia é formada pela união das palavras “bureau”, escritório em francês, com “kratos”, que significa regra no grego. Representa os procedimentos para se obter algo. No Brasil, porém, esses procedimentos sempre existem em excesso, o que prejudica o ambiente de negócios brasileiro, no qual empresários perdem muito tempo e muitos recursos no levantamento de documentos.

Para se ter uma ideia, o Brasil é recordista mundial em tempo gasto pelas empresas para pagar impostos. Além disso, os empresários são obrigados, por lei, a guardarem altos volumes de folhas de papel todos os meses. 

O excesso de burocracia faz com que o Brasil ocupe a 124ª posição no relatório Doing Business 2020, ranking global publicado pelo Banco Mundial todos os anos. O documento avalia as leis e as regulações que facilitam ou dificultam as atividades das empresas em 190 países.

Mas como podemos fazer para incentivar nossas empresas a seguirem investindo para se tornarem ainda mais competitivas? O Brasil Certo defende políticas de fomento e crédito para esse segmento. Por isso, o caminho é a implementação de medidas estruturantes, como um sistema tributário mais simples e com uma carga menor para os empregadores brasileiros, além de mais liberdade, mais crédito e mais apoio, para dar estrutura e maior competitividade e produtividade aos empreendedores.

“Precisamos que os empresários brasileiros tenham mais tempo e possam investir mais recursos no trabalho e na modernização de suas empresas, e a burocracia e a alta carga de impostos pesa nas costas dos geradores de emprego no Brasil. Por isso, o movimento feminino Brasil Certo defende a liberdade econômica e a desburocratização do Estado brasileiro”, destaca a senadora Soraya Thronicke (PSL/MS), líder do Brasil Certo e presidente do PSL Mulher.

Único setor que cresceu em 2020, agropecuária impediu queda maior do PIB do Brasil

Editoria: Economia

Avaliação da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) considerou o resultado positivo Mesmo em meio à crise econômica provocada pela pandemia da Covid-19, a agricultura tem desempenhado um importante papel para o Brasil. No começo do mês, os dados do Produto Interno Bruto (PIB ) 2020 foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) e...

Avaliação da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) considerou o resultado positivo

Mesmo em meio à crise econômica provocada pela pandemia da Covid-19, a agricultura tem desempenhado um importante papel para o Brasil. No começo do mês, os dados do Produto Interno Bruto (PIB ) 2020 foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) e indicaram um resultado preocupante para o País: uma queda de 4,1%. O desempenho da agropecuária, porém, evitou uma queda mais acentuada do PIB. Com crescimento de 2% no ano, o setor foi o único que apresentou crescimento dentre todos os segmentos econômicos.

Com esse resultado, a CNA afirma que a atividade agropecuária ganhou mais relevância no Produto Interno Bruto brasileiro, aumentando sua participação de 6,7%, em 2019, para 7,1%. Em relação ao agronegócio, que envolve toda a cadeia produtiva, a previsão é de que a participação do setor no PIB total do Brasil suba de 21,4% em 2019 para 24,5% em 2020.

A agricultura na vida do brasileiro

Mas o que esses dados impactam na vida diária dos brasileiros e qual é a real importância da agropecuária para as pessoas? O trabalho diário dos produtores rurais estão presentes em praticamente todos os atos diários dos brasileiros. Ao acordar, o café que tomamos é plantado e colhido por agricultores; ao vestir uma roupa, o algodão utilizado na sua produção também é fruto do trabalho dessas pessoas; ao se locomover ao trabalho, o álcool combustível que movimenta seu veículo (o álcool também está presente na gasolina que consumimos) é feito da cana de açúcar, plantada pelos produtores rurais brasileiros. Isso tudo sem falar nos alimentos que consumimos diariamente.

Nos últimos 40 anos, a agropecuária brasileira evoluiu tanto que passamos de importador para uma das grandes nações provedoras de alimentos. Por conta desse avanço, o preço da cesta básica foi reduzido consideravelmente, beneficiando toda a população brasileira.

Por todos os motivos citados acima, o Brasil Certo é apoiador e incentivador da agropecuária brasileira e valoriza o trabalho de cada produtor e de cada produtora rural do País.