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Brasil Certo incentiva a cidadania responsável

Brasil Certo em ação: internet gratuita é entregue em Cristalina, distrito de Caarapó/MS

Editoria: Cidadania Responsável

Líder do projeto, senadora Soraya Thronicke, atende solicitação dos cidadãos e trabalha para garantir acesso à internet à comunidade de Caarapó Vivemos na era da informação e, em tempos de pandemia, com o distanciamento social, a suspensão das aulas presenciais, bem como outras limitações impostas, o acesso à internet se tornou ainda mais importante. Municípios...

Líder do projeto, senadora Soraya Thronicke, atende solicitação dos cidadãos e trabalha para garantir acesso à internet à comunidade de Caarapó

Vivemos na era da informação e, em tempos de pandemia, com o distanciamento social, a suspensão das aulas presenciais, bem como outras limitações impostas, o acesso à internet se tornou ainda mais importante. Municípios isolados sofrem com essa falta de acesso, e a comunidade se sente prejudicada tanto pela falta de comunicação quanto pela impossibilidade de os jovens participarem das aulas on-line. A senadora Soraya Thronicke (PSL/MS), líder do Brasil Certo, tem atuado para amenizar esse problema em diversos municípios de seu estado, o Mato Grosso do Sul.

Por meio das redes sociais, a senadora recebeu a solicitação para que chegasse internet gratuita na comunidade de Cristalina, distrito de Caarapó. Soraya entrou em ação e conseguiu garantir acesso, de forma gratuita, à internet na região. “Um programa do Ministério das Comunicações chamado Wi-Fi Brasil vai instalar internet para moradores de municípios e distritos onde não há sinal”, explicou Soraya Thronicke. A cidade de Cristalina foi a primeira a receber a torre em Mato Grosso do Sul. Além da unidade, outras 29 serão instaladas no estado.

Os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2018, divulgados em 2020, mostram que 25% dos brasileiros não possui acesso à internet e 4,5% das pessoas não dispõe desse serviço. “Com a pandemia, a necessidade de acessar esse serviço aumentou. As aulas são on-line e alguns alunos estão sem aulas há mais de um ano”, informou a senadora.

O Brasil Certo quer incentivar a cidadania responsável, em busca de soluções definitivas para os problemas verificados em cidades de todo o país. Procuramos iniciativas, como a da senadora,  que resultem em  benefício para toda uma comunidade.

Ainda que no luto, é possível ajudar quem mais precisa

Editoria: Cidadania Responsável

Conheça a história da advogada que seguiu com projeto de combate à fome enquanto lidava com a morte do pai Você já imaginou ajudar o próximo estando em seu momento de maior fragilidade? É o que a jovem advogada Tayane Sales fez ao perder o pai para a Covid-19.  No dia do seu próprio aniversário,...

Conheça a história da advogada que seguiu com projeto de combate à fome enquanto lidava com a morte do pai

Você já imaginou ajudar o próximo estando em seu momento de maior fragilidade? É o que a jovem advogada Tayane Sales fez ao perder o pai para a Covid-19. 

No dia do seu próprio aniversário, Tayane decidiu homenagear o seu pai com uma ação solidária. A jovem distribuiu cestas básicas para comunidades carentes de Fortaleza de diversos bairros, como Titanzinho, Pirambu e Leste-Oeste.

Revelando sua história, Tayane conta que durante um período triste de sua vida, o surfe a tirou da depressão. Tempos depois, enquanto praticava o esporte, a jovem percebeu que muitas pessoas da sua região passavam por dificuldades. Tal situação social se agravou com a pandemia, e foi quando a crise veio que a advogada resolveu dar início ao projeto Onda Solidária – criado em abril de 2020. Hoje a iniciativa já contemplou aproximadamente 400 famílias carentes. 

Para a jovem, o projeto a ajudou a enfrentar a perda do pai, que faleceu por Covid-19. A advogada conta que em todos seus aniversários anteriores, o pai era a primeira pessoa a parabenizá-la. Agora é ela que resolveu o homenagear, fazendo isso da forma como ele mais gostava: ajudando outras pessoas.

O Brasil Certo acredita que histórias de superação como a da jovem Tayane servem de impulso para que outras pessoas desenvolvam o hábito de ajudar o próximo, mesmo diante das adversidades da vida. 

Segundo a líder do Brasil Certo, senadora Soraya Thronicke (PSL/MS), a história de Tayane mostra o quanto o ser humano pode transformar a dor em uma ação de cidadania. “Essa jovem guerreira tinha tudo para deixar se abater e entregar os pontos após a morte do seu pai. Ela fez justamente o contrário, através da dor e da perda, conseguiu ajudar diversas famílias da sua região que não tinham comida no prato. É esse exemplo que devemos seguir e espalhar. O Brasil Certo é o Brasil da Cidadania Responsável”, afirmou a senadora Soraya.

Direito ao trabalho: o que diz a legislação brasileira sobre a garantia do trabalho à pessoa com deficiência

Editoria: Cidadania Responsável

Apesar dos avanços alcançados nas últimas décadas, pessoas com deficiência ainda enfrentam grandes barreiras para conquistarem seu espaço no mercado de trabalho A vida das pessoas com deficiência nunca foi fácil. Além de se verem obrigados a superar limites pessoais, portadores de necessidades especiais ainda são desafiados mais uma vez por fatores externos. Entre eles...

Apesar dos avanços alcançados nas últimas décadas, pessoas com deficiência ainda enfrentam grandes barreiras para conquistarem seu espaço no mercado de trabalho

A vida das pessoas com deficiência nunca foi fácil. Além de se verem obrigados a superar limites pessoais, portadores de necessidades especiais ainda são desafiados mais uma vez por fatores externos. Entre eles está: o preconceito; a falta de acessibilidade nas ruas, no transporte público e nas empresas; assim como a falta de espaço no mercado de trabalho. Apesar dos obstáculos, essa população tem aos poucos avançado na sua luta e conquistado direitos que visam garantir a dignidade da pessoa com deficiência. Como exemplo estão o direito à vida, à educação, à moradia e ao trabalho.

Um dos grandes marcos desse avanço foi a criação da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) - Estatuto Da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146/15. Em vigor desde 2015, a LBI foi relatada na Câmara dos Deputados pela então deputada federal e atual senadora Mara Gabrilli (PSDB/SP), que é tetraplégica e possui uma longa carreira pública em defesa, dentre outras pautas, do direito da pessoa com deficiência. 

O texto da LBI tem como base a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência – que foi o primeiro tratado internacional de direitos humanos a ser incorporado pelo ordenamento jurídico brasileiro como emenda constitucional. Essa incorporação foi feita pensando na carência de serviços públicos existentes no Brasil e nas demandas não atendidas da própria população.

Conforme cartilha feita pela relatora da LBI, a nova legislação trouxe uma importante inovação: a mudança do conceito de deficiência – que agora não é mais entendida como uma condição estática e biológica da pessoa. Com a atualização, ela passou a ser entendida como o resultado da interação das barreiras impostas pelo meio com as limitações de natureza física, mental, intelectual e sensorial do indivíduo.

“A deficiência deixa de ser um atributo da pessoa e passa a ser o resultado da falta de acessibilidade que a sociedade e o Estado dão às características de cada um. Ou seja, a LBI veio para mostrar que a deficiência está no meio, não nas pessoas. Concluímos, então, que: quanto mais acessos e oportunidades uma pessoa dispõe, menores serão as dificuldades consequentes de sua característica”, segundo Mara Gabrilli, relatora da LBI.

Direito ao trabalho

O acesso ao mercado profissional é um dos maiores desafios enfrentados pela pessoa com deficiência. Contudo, é considerado um direito fundamental e, por isso, foi colocado na LBI em posição de destaque e superior importância – assim como outros, a exemplo do direito à vida, à educação, à moradia, à saúde –, representando um princípio máximo da dignidade da pessoa humana, o que é ressaltado também na Constituição Federal de 1988 e nas normas internacionais. 

A LBI veio como complemento a outras leis que representam uma significativa evolução para a garantia de direitos trabalhistas e direitos das pessoas com deficiência nas últimas décadas.  A própria Constituição Federal traz, em seu art. 7º, XXXI, a proibição de discriminação para admissão e remuneração em razão de deficiência; já o art. 37 da CF, inciso VIII, garante reserva de vagas na Administração Direta e Indireta; além deles, a Lei n° 8.112/90, legislação que rege as carreiras de servidores públicos federais, trouxe reserva de 5% a 20% dos cargos da Administração Direta e Indireta a pessoas com deficiência; e a Lei n° 8.213/91 estabeleceu as cotas de 2% até 5% de emprego para pessoas com deficiência ou reabilitadas nas empresas com mais de 100 empregados. Outros importantes dispositivos legislativos trouxeram a garantia de transporte público adaptado e remoção de barreiras arquitetônicas.

Toda essa estrutura jurídica, porém, ainda não ocasionou o que é o seu objetivo completo – que é o efetivo direito ao trabalho garantido a essa população. Ainda é difícil encontrar empresas que cumpram as cotas estabelecidas por lei. Elas justificam que oferecem vagas, mas não encontram profissionais com deficiência qualificados e aptos a realizar as atividades esperadas.

De acordo com especialistas da área, as empresas, ainda hoje, buscam adaptar as pessoas com deficiência às barreiras, quando, na verdade, deveriam implementar adaptações necessárias para agregar e incluir esses profissionais. Somente dessa forma a legislação será um instrumento de inclusão.  

Juntamente à legislação, é preciso que haja um trabalho de toda a sociedade para garantir os direitos fundamentais da pessoa com deficiência. É o que faz a empreendedora social Andrea Schwarz. Ao se tornar cadeirante aos 22 anos de idade, por conta de uma má-formação congênita na medula espinhal, Andrea transformou seu maior desafio em um trampolim para atuar por um mercado de trabalho mais acessível e diverso. 

Especialista em inclusão e diversidade, ela se dedica à inclusão socioeconômica de pessoas com deficiência no ambiente profissional e já abriu espaço para mais de 18 mil pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Sócia-fundadora da IIGUAL, sua atuação é voltada para a formação de um mercado mais diverso e inclusivo.

Sua experiência como gestora no desenvolvimento, na implantação e na coordenação de mais de 800 programas de inclusão em grandes empresas lhe propiciou uma visão ampla sobre o tema e a inspirou ao coescrever o livro COTAS: como vencer os desafios da inclusão da pessoa com deficiência e outras publicações.

Na sexta-feira, 7 de maio, a partir das 20h (horário de Brasília), o Brasil Certo recebeu Andrea Schwarz no evento digital “Pessoa com deficiência: desafios para conquistar o mercado de trabalho”. Com participação da senadora Soraya Thronicke (PSL/MS), o evento contou a história de superação da empreendedora e como ela conseguiu vencer desafios para garantir o direito fundamental ao trabalho para essa população.

Dados da pessoa com deficiência

De acordo com dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 45,6 milhões de pessoas com um ou mais tipos de deficiência – o que representa 23,91% da população. Os dados foram coletados em 2010 e consolidados dois anos depois. 

Mulheres inspiradoras: bibliotecária une artesanato e educação em escola de Dourados (MS)

Editoria: Cidadania Responsável

Brasil Certo apresenta histórias de mulheres que venceram dificuldades e hoje são exemplos em suas comunidades por buscarem ações que garantam educação, trabalho e dignidade para famílias O que torna uma pessoa a ser líder de sua comunidade? O que a faz agente de transformação em seu bairro, na rua, na escola, na política? O...

Brasil Certo apresenta histórias de mulheres que venceram dificuldades e hoje são exemplos em suas comunidades por buscarem ações que garantam educação, trabalho e dignidade para famílias

O que torna uma pessoa a ser líder de sua comunidade? O que a faz agente de transformação em seu bairro, na rua, na escola, na política? O que a torna destaque? A indignação e a vontade de fazer o bem são essenciais, juntamente com a força de vontade. Mas, por vezes, a falta de preparo faz com que alguns líderes natos “tropecem” em algumas etapas. Histórias de pessoas reais, exemplos de liderança, serão contadas pelo Brasil Certo, programa que incentiva a liderança feminina e a participar da política de forma responsável, defender seus direitos, fiscalizar recursos públicos, mobilizar a comunidade e se comunicar de forma eficaz nas redes sociais.

As histórias contadas em primeira pessoa são o início desse projeto que foi lançado em Dourados, no começo de março, pela senadora Soraya Thronicke, presidente do PSL Mulher Nacional. “Precisamos mostrar na prática essas questões, com exemplos que inspirem potenciais lideranças. Por isso, o Brasil Certo trabalha com essas histórias inspiradoras, tanto no nosso portal, quanto nas nas palestras. 

Maria Marta dos Santos é uma dessas mulheres. Bibliotecária, mudou-se de Bandeirantes para Dourados (MS) em 2015. “Fiquei apaixonada pela cultura do município, pela diversidade cultural”, relata. Chegou e foi trabalhar em uma escola que é localizada em um dos bairros mais violentos do município. Quando acessou seu posto de trabalho, viu a pequena quantidade de livros e se propôs a ampliar as oportunidades dos estudantes mais carentes. Ela, que sempre gostou de artesanato, usou sua habilidade para mudar não só a sua vida, mas a da escola em que trabalha.

Mesmo com apenas 70 obras da literatura brasileira e a coleção da enciclopédia Barsa, que ela diz ser o Google do seu tempo de escola, Maria Marta recriou os personagens da vida real e da ficção em bonecos a partir de materiais recicláveis. A curiosidade dos alunos vêm pelos bonecos com tecidos que seriam descartados. Os bonecos criados por ela vão de Cora Coralina ao descobridor da energia elétrica, que não é Thomas Edison, e sim Nikola Tesla. “Thomas Edison registrou a patente e Nikola Tesla foi passado para trás”, conta a bibliotecária. É dessa forma que ela atrai o interesse dos estudantes e faz com que a curiosidade os motive a abrir um livro.

Em outra ação, ela uniu o artesanato à possibilidade de criar um longa-metragem. Os bonecos que ela confecciona são todos articulados e com eles, “é possível criar animações”, explica. Agora Maria quer que os jovens consigam usar esses fantoches para contar histórias e ampliar o conhecimento de outros estudantes. 

Maria Marta sonha e trabalha para concretizá-los. Ela adotou Dourados e a região. Comprou uma área e construiu um salão. Quer montar uma biblioteca e ensinar outras mulheres a fazer os bonecos articulados que ela inventou. Além disso, quer organizar uma sala onde as mães possam deixar suas crianças para que elas façam suas tarefas.

Durante toda sua vida Maria Marta esteve em escolas. Sua mãe era merendeira e, aos 17 anos, iniciou o magistério e começou a dar aulas. “O Ensino Público quase não tem recurso, mas precisamos criar alternativas, estimular o interesse”, explica. 

Maria Marta quer agora estimular para que os estudantes em fase de vestibular dividam uma obra da literatura e cada um fique responsável em gravar um trecho de um livro. “Assim teremos um audiobook”, comemora. Ela explica que cada um pode gravar o trecho no celular dos seus pais mesmo. “Assim, consigo dar a oportunidade para que eles acessem as informações. 

Os bonecos salvaram sua vida

Com depressão, Maria Marta conta que os bonecos acabaram salvando sua vida. A mãe também costurava e ela pegava os retalhos desde criança para fazer as bonecas. “Tinha dois trabalhos, fiquei doente e acabei precisando sair de um dos empregos. Estava com depressão e voltei a fazer os bonecos. Quando passei a comercializá-los, minha renda voltou a melhorar, eu me animei”, conta. A bibliotecária e artesã comenta que, hoje, depende da venda dos bonecos para sobreviver.

Ela não guarda essa criação só para ela. Os três filhos usaram seus bonecos em algum momento da sua vida, em suas carreiras. A técnica de enfermagem usou os fantoches para falar sobre saúde. O outro filho, que é educador físico, usou-os para contação de histórias, e o mais novo os levou para a Feira de Ciências por meio remoto. Ela também pretende ensinar outras mulheres a fazer os bonecos e complementar a renda por meio da criação de vídeos. “Queria ampliar, mas preciso que me auxiliem na filmagem”, sonha.

Conheça um pouco mais da Maria Marta e inspire-se:

Sobre o Brasil Certo

A sorte de Maria Marta é que o Brasil Certo irá disponibilizar, de forma gratuita, no site oficial, cursos práticos em diversas áreas, inclusive na área de marketing digital e da gravação de vídeos. O Brasil Certo quer incentivar a cidadania responsável, em busca de soluções definitivas para os problemas verificados em cidades de todo o País. 

O projeto foi idealizado pela senadora e presidente do PSL Mulher Nacional, Soraya Thronicke. Além de casos de mulheres inspiradoras, o projeto vai levar mais de 50 cursos on-line. A proposta é orientar as mulheres sobre como participar da política de forma responsável, defender seus direitos, fiscalizar recursos públicos, mobilizar a comunidade e se comunicar de forma eficaz nas redes sociais.

O esporte como ferramenta de inclusão social: formando campeões da vida

Editoria: Cidadania Responsável

O incentivo à prática esportiva em escolas pode mudar a realidade de crianças e jovens, além de formar campeões do esporte e da vida O esporte vai muito além do glamour das competições profissionais que vemos diariamente na televisão. O papel do esporte em uma sociedade é amplo e tem grande relevância para a inclusão...

O incentivo à prática esportiva em escolas pode mudar a realidade de crianças e jovens, além de formar campeões do esporte e da vida

O esporte vai muito além do glamour das competições profissionais que vemos diariamente na televisão. O papel do esporte em uma sociedade é amplo e tem grande relevância para a inclusão social. Em um país onde nossas crianças e jovens têm pouco acesso à educação, cultura e lazer, muitas vezes acabamos os perdendo quando vão para caminhos reprováveis. Por isso, projetos sociais desempenham um importante papel ao retirar esses jovens das ruas e os colocarem na escola realizando atividades esportivas.

Esses projetos sociais levam jovens a participarem de atividades esportivas no turno contrário ao das aulas e, com isso, incentiva seus participantes a permanecerem na escola durante todo o dia – afastando deles os perigos da rua. Essas atividades os permitem vivenciar um ambiente saudável de amizade, companheirismo, comprometimento e disciplina. A prática de esportes no ambiente escolar, especialmente em comunidades em situação de vulnerabilidade, aliada a boas políticas públicas eficientes, que visem a transformação de vidas, pode ser um excelente instrumento de inclusão social, de promoção de cidadania e de incentivo à prática esportiva – o que é importante também para a saúde.

Diversas iniciativas feitas em parceria do setor público com o privado provam que o esporte tem o poder de aumentar a capacidade cognitiva dos alunos e desenvolve também as competências de coletividade, de cooperação e de socialização entre os colegas. A combinação entre educação e esporte também está relacionada a valores, ao estímulo e superação de desafios. Além disso, envolve também o respeito às diferenças e o incentivo ao trabalho em equipe, elevando a autoestima dos alunos e trabalhando sua capacidade de disciplina e de responsabilidade.

Como um bônus, além de proporcionar os benefícios citados anteriormente, projetos sociais esportivos com jovens e crianças criam ainda a possibilidade de formar campeões que representarão o Brasil mundo afora em competições esportivas. Grande parte dos nossos atletas de destaque foram descobertos em programas sociais, que oferecem uma alternativa a esses jovens. Estes, ao se tornarem grandes campeões, inspiram e se tornam exemplos para mais crianças.

“O esporte muda vidas, isso é um fato. Cria valores, desenvolve habilidades sociais, tira crianças das ruas e as leva para a escola em atividades saudáveis e que podem abrir novas possibilidades nas vidas dessas pessoas. O Brasil Certo apoia iniciativas que façam do esporte uma ferramenta de transformação social”, afirma a líder do Brasil Certo, a senadora Soraya Thronicke (PSL/MS), que é presidente do PSL Mulher.

Medalha de ouro da vida

Um dos exemplos de superação no esporte é a atleta de ginástica Daniele Hypólito, primeira atleta brasileira a ganhar uma medalha no mundial da modalidade. A ginasta é a atração principal do evento digital do Brasil Certo, que ocorre nesta sexta-feira, 9 de abril, a partir das 20h. Ela vai bater um papo com a senadora Soraya e contará um pouco de sua história na ginástica, mostrando como a disciplina e a perseverança adquiridas em mais de 30 anos no esporte podem inspirar a luta para salvar vidas na pandemia. Imperdível!

Serviço:

Medalha de ouro da vida – Com Daniele Hypólito

9 de abril – sexta-feira – 20h (Horário de Brasília)

Ao vivo em BrasilCerto.com.br

Realização: Brasil Certo

Brasil Certo incentiva a cidadania responsável

Editoria: Cidadania Responsável

Código de Defesa do Usuário de Serviços Públicos estabelece regras e traz estímulos à participação dos cidadãos na administração pública­­

Código de Defesa do Usuário de Serviços Públicos estabelece regras e traz estímulos à participação dos cidadãos na administração pública­­

Um dos objetivos mais importantes do Brasil Certo é promover a cidadania responsável, sempre com a presença feminina. Mas o que seria isso? Cidadania responsável é a participação do cidadão que saiu da fila dos que só reclamam e se colocou como protagonista na mudança do Brasil. Ele atua analisando a administração pública, por meio de ações que fiscalizem e fomentem essa estrutura a atuar da melhor forma possível para a população, respeitando a Constituição.

No Brasil, existe uma legislação que torna ainda mais importante a atuação de cidadãos responsáveis. Trata-se do Código de Defesa do Usuário de Serviços Públicos – Lei nº 13.460/17­­ –­­­­ que aborda sobre os direitos e deveres dos cidadãos quando há relação de consumo com os prestadores de serviços dos órgãos públicos da administração direta ou indireta, além de prever instrumentos de controle social. ­­

Os usuários dos serviços públicos, sejam eles pessoas físicas ou empresas, devem ter o direito à acessibilidade e à cortesia no atendimento ­– além da presunção da boa-fé. Os próprios agentes públicos podem autenticar documentos, à vista dos originais apresentados pelo usuário. Com essa lei, a exigência de reconhecimento de firma foi proibida – salvo em caso de dúvida de autenticidade –, assim como a exigência de nova prova sobre algum fato já comprovado em documentação válida.

O Código de Defesa do Usuário de Serviços Públicos também prevê a criação dos conselhos de usuários para avaliar os serviços públicos prestados, como órgãos consultivos que devem acompanhar e propor melhorias para a prestação dos serviços, além de avaliar a atuação do ouvidor. Cada poder e esfera de governo deve regulamentar a organização e o funcionamento desses conselhos.

O Brasil Certo acredita que somente com a participação cidadã e com a liderança feminina será possível transformar o Brasil. A construção de um Brasil Certo começa na vida de cada cidadão, formando uma sociedade que defende o Brasil, cuida da família e fortalece o progresso.

“Como está previsto em nossa Constituição Federal: “Todo poder emana do povo”. Por isso, nada mais justo e correto do que haver, além da participação cidadã no momento da escolha dos nossos representantes por meio do voto, a presença e o direito do cidadão de opinar sobre a prestação de serviços públicos, assim como ajudar a torná-los mais eficientes e eficazes. Acreditamos que temos que incentivar ainda mais o empoderamento feminino, pois reconhecemos a importância da presença da mulher em posições de liderança”, detalha a líder do Brasil Certo, senadora Soraya Thronicke (PSL/MS).